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UM MINISTRO DO STF PRESTA UM DESSERVIÇO A POUPADORES...
 
Não é de hoje, nem de ontem, mas a decisão monocrática do ministro Gilmar Mendes prolatada neste mês de novembro ao suspender as demandas contra o Banco do Brasil, paralisando os procedimentos até 2020 (sic)de processos legítimos dos nefastos planos econômicos que vigoraram desgraçadamente entre eles os mirabolantes perpetrados por governantes passados entre eles o Plano Bresser, Collor e quejandos causou perplexidade, e, minimamente indignação. Assim sendo forçando os beneficiários de dinheiro, notadamente já por herdeiros, até hoje não recebidos desde as décadas passadas por pessoas já até falecidas a realizarem forçosamente os chamados “acordos”- sem dúvida alguma de caráter profundamente leoninos.
Uma decisão esdruxula contra o povo que há décadas sofre pelos desgovernos e aventuras temerárias de administradores passados –quase sempre oriundos da cabeça de economistas de plantão-que já fizeram ao longo do tempo o povo brasileiro cobaia de aventuras que chamaria de “criminogênicas”.A desfazer e menosprezar  pessoas que supostamente acreditavam nos governos irresponsáveis que assumiram a nação brasileira. Estes nefastos dirigentes jamais foram punidos pela aventura dantesca que se perpetrou contra os mais humildes.
Provavelmente, e com certeza, o ministro Gilmar Mendes não sabe e também não quer saber –bom que se diga- O Banco do Brasil jamais comunicou ainda em vida os poupadores, idem herdeiros e aplicadores de dinheiro das quantias em depósito(dever de ofício) e que com absoluta certeza esses valores foram aplicados em outras atividades bancárias do BB em proveito próprio.
Uma usurpação intolerável o que se fez dessa gente.Sabe-se por outro que todos os Bancos-oficiais e particulares- entulham processos e mais processos nos Tribunais Superiores,inclusive no STF- sempre em caráter protelatório...sabência geral e um ministro-estranhamente- afaga com complacência o Banco do Brasil. De onde veio esse pedido para postergar as demandas,sem o amaldiçoado "acordo"?
Com absoluta certeza esse ato judicial monocrático é um golpe sem precedentes nas mazelas que ocorrem no País, onde o Banco do Brasil, em processos de demanda, usando de má fé apresenta ao postulante índices irrisórios com uma tabela espúria, valores insignificantes para que o desesperado poupador ou cliente aceite uma insignificância e se sabe da penúria em que o povo está, forçando acordos absolutamente indecentes e fora da real tabela e dos cálculos feitos com honestidade por exemplo pelo IDEC. (um orgulho nacional).
A única esperança hoje é que tal tema vá a plenário e os demais pares ministros modifiquem o entendimento desse jurista exótico que ocupa uma cadeira na Alta Corte nacional.
Recorde-se que  o então ministro Sepulveda Pertence ao julgar na época essas estravagâncias, “in decisum” tautologico vetou as pretensões dos postulantes sob a desgraçada égide da época que “os planos econômicos tinham supremacia sobre os poupadores”, em contratos particulares”.(sic). Desde aquela época o STF já julgava contra o povo brasileiro, eis que  depois da Alta Corte não existe nada a se pleitear, nem mesmo para o Senhor do Bomfim” na Bahia.
O curioso e deveras estranho que a própria imprensa nacional fez ouvidos moucos para essa aberração. Diretores de jornal nunca tem poupança...
O povo, sim, tem pressa... sr. ministro que com certeza nunca aplicou no Banco do Brasil, eis que a sua poupança nunca foi confiscada ou represada pelos irresponsáveis que governaram o País.
A ex-ministra da Economia,por exemplo, (Zélia das quantas) –embora tenha mandado de prisão por aqui- vive tranquilamente em Nova Iorque. By ...by Brazil!!! É a soberana e vetusta impunidade na terra tupiniquim.
Assim caminha a humanidade, diante das decisões monocráticas de um ministro que já devia entregar sua toga e colocar pijama, como acontece com os militares que vão para a reserva.
Acordem ministros do STF.O povo clama por direitos, nada mais que direitos...também JUSTIÇA !!!
helion verri
Enviado por helion verri em 21/11/2018
Alterado em 21/11/2018


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Imagem de cabeçalho: raneko/flickr