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QUEIMADAS NA EUROPA:
A MALDIÇÃO DO EUCALIPTO.
 
Portugal e Espanha há poucos meses sofreram as consequências de incêndios jamais vistos, com perdas imensas de florestas nativas e diminuição de mananciais de água útil,perene para consumo de olivas e para a própria vida humana.
A causa?
Segundo se apurou a razão dessa catástrofe natural é a plantação de eucalipto, uma árvore que não é nativa nem na Europa e nem mesmo no Brasil...Entretanto é comum lá e cá e o grande público não sabe e as autoridades ignoram : o eucalipto faz mal à natureza em geral.
Combatido desde 1989 em Portugal, onde uma empresa  estrangeira tentou se instalar- com apoio governamental- em regiões férteis em olivais, a tal de Codicel, esta, tentou plantar mudas, sem ouvir a população portuguesa no Vale de Lila,em Vapaços e conseguiu –inadvertidamente- 200 hectares de mudas de eucalipto, quando a população local se revoltou eis que na região, o plantio de oliveiras tinha maior produtividade e lucro para seus modestos habitantes. A empresa invasora de um dia para outro tentou o plantio de eucaliptos e houve revolta geral  e reprimida pela polícia, eis que esta era “pau mandado” pelo governo de “plantão”- em favorecer a industrialização do papel.
No Brasil – o mesmo fenômeno ocorre- e os ambientalistas bem como os técnicos sabem que um pé dessa árvore consome  mais de 10 litros de água do solo, diariamente.
Sem impunidade e sem controle...E, em especial quando a água já preocupa o planeta, seria necessária uma maior reflexão do plantio do eucalipto, como fonte de uma suposta riqueza, em prejuízo à nossa subsistência. Por outro,há forte influência da indústria do papel em manter o “statu quo”...
Os incêndios que ocorreram na Espanha e Portugal se devem em sua maioria à plantação desordenada de uma árvore que se torna um perigo, pois, é sempre um passo fácil para incêndios incontroláveis e que causaram a morte de mais de dezenas de residentes na Europa.
Assim caminha a humanidade...

 
helion verri
Enviado por helion verri em 23/10/2017
Alterado em 23/10/2017


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Imagem de cabeçalho: raneko/flickr